Although I, like all humans, am a multifaceted person, it's better to stick to what's really important now: I love old movies (mainly musicals), all things classic (developing a particular interest in the 1940s, but I like to know about all things historical), TV, movies, books and music.
Tem um site especializado em animação que é uma fofura. O nome dele? Smelly Cat. (Sim, Phoebe de Friends inspira ainda hoje.) Pois bem, não sou muito de passar lá e ver as novidades da animação (mais porque esqueço do site), mas hoje topei com algo muito bonitinho. E é Pixar, então acho que merece ser visto de qualquer jeito.
Ladies and gentlemen, o novo curta da Pixar Studios, Partly Cloudy!
E aproveitando, aí vai também o teaser de Toy Story 3 (sim, é verdade! Finalmente!), previsto para estrear em junho de 2010. Esse teaser quase me fez chorar de emoção na frente do computador há uns dias atrás. Yes!
Pois é. Vai chegando dia 12 de junho e de repente tudo o que se vê são propagandas de amor. Corações, flores, chocolate, muito vermelho... Um saco. Aí me vem a propaganda de "especial semana dos namorados" do Warner Channel. A equipe de programação brilhante bolou algo totalmente inesperado: uma semana inteira de filmes românticos! Oh, que inesperado! E então fiquei pensando: namorados assistem essas coisas? E juntos ainda por cima? Que eu saiba não. A meu ver esses romances água com açúcar têm e sempre tiveram um público muito específico: solteiras. Fora que NENHUM casal vai ficar na frente da televisão pra assistir um filme bobo e tosco que passa pelo menos duas vezes por mês na tv.
Portanto chego à conclusão de que o dia não é "dia dos namorados", mas dia de lembrar as solteiras que elas não estão dentro das normas da sociedade - isto é, não estão num relacionamento. O engraçado é que passa um milhão de imagens, seja na internet, em cartazes, outdoors e tv, e em todas tem um casal apaixonado, se derretendo um pelo outro. A realidade é totalmente esquecida. Ninguém lembra que namoro/casamento é cheio de brigas, que se enfrenta um mundo de problemas, que se renuncia a tanta coisa, que se agüenta tanta coisa... O "amor" é vendido como qualquer outra mercadoria. E a gente fica doida atrás, querendo também.
Bem, não é caso de rir. Só que, claro, eu com a minha mania incontrolável de rir das coisas erradas (e na maioria das vezes na hora errada e na frente das pessoas erradas ainda por cima) não pude deixar passar essa ocasião. Mas vamos lá.
Tá todo mundo sabendo da gripe suína, tá todo mundo com medo dela, tá todo mundo evitando viajar pros países que são foco da doença (bem, não que eu conheça alguém que tenha desistido de viajar, mas essas são as notícias) e tá todo mundo exigindo medidas de prevenção por parte de seus respectivos governos. Beleza. Coisa bonita, pessoal conscientizado, preocupado... Mas o homem tem sempre umas coisas muito criativas. Não é que, no meio de um jogo de futebol de um time do México contra um time de algum outro país que não importa, um jogador não faz isso? :
Eu sei que esse vídeo deve ser o novo Susan Boyle no mundo do YouTube, mas mesmo sendo notícia velha eu simplesmente tinha que postar. Porque ao contrário do que todos fizeram (o certo, aliás, que é de cara ficar com nojo do cidadão), o que me veio imediatamente à cabeça foi: "gente, que criatividade!!!". Porque pensa: o jogador da p* da vida. Ele tá doido pra dar uma de Edmundo e descer braço e pontapé no carinha do time adversário. No entando ele sabe que isso vai chamar muita atenção e que vai dar no mínimo um cartão vermelho, isso se ele não for punido mesmo pelo órgão que cuida do futebol (como que chama? É a FIFA?). Enfim, até aí tudo bem...: ele tem um ódio contido, um desejo de descontar aquilo tudo em alguém e não sabe como fazer. Aí lhe vem a brilhante idéia de tossir. Pela primeira vez na vida ele deve ter pensado: "Nu! Como vale a pena ser mexicano agora!".
A grande questão pra mim, no entanto, a coisa que está me fazendo rir loucamente toda vez que penso nessa cena é a associação que ele fez. Que processo cognitivo se operou na cabeça do ser pra ele chegar a essa associação? Porque sério, desde quando essas palavras juntas fizeram algum sentido? FUTEBOL, AMEAÇA, TOSSE.
Eu sempre soube que Belo Horizonte não era uma cidade como qualquer outra. A começar pelo próprio clima de cidade interiorana, mas com quase 3 milhões de habitantes. Que BH é uma roça grande todo mundo sabe. Que é um ovo, também. E é igualmente de conhecimento geral que de alguma forma o desconhecido com quem você acaba de travar uma conversa na verdade não é tão desconhecido assim, pois você conhece alguém que é colega do amigo da irmã do tio do tal desconhecido. Agora não mais desconhecido, claro.
Belo Horizonte conta com duas cidades dentro de si mesma: Venda Nova e Barreiro. Nosso Centro pode ser atravessado facilmente a pé, e nele você vai encontrar velhinhas passeando porque não têm nada pra fazer em casa, e ao lado delas vai ver também moleques skatistas, emos, punks, pagodeiros e por aí vai. No mesmo Centro a gente pode passar pelas ruas mais sombrias, cheias de cabines eróticas e cinemas pornôs (além da oferta de experimentação corporal, obviamente), mas também vai encontrar os itens mais tradicionais mineiros ao passar pelo Mercado Central.
Tem o maníaco que furava bundas (!) e tem o senhor que fica tocando acordeon no ponto de ônibus em frente o Edifício Mariana. E já comentei anteriormente do sex shop mega store bem across the street de uma igreja evangélica.
Tudo isso já estava me parecendo realmente normal e eu já me considerava relativamente acostumada com essas contradições da capitar, quando eis que reparo numa placa. Ali na esquina de Afonso Pena com Rua da Bahia, do lado do Othon Palace Hotel, ali onde começa a Feira Hippie e o Parque Municipal, ali em frente o Mercado das Flores está a placa indicando:
Esse é o barulho mais ouvido durante o filme Gran Torino. Provavelmente é este também o som mais proferido por Clint Eastwood, mestre dos grunhidos. Aliás, grande epitáfio. Não, não estou colocando ele na cova! Apenas pensei que seria bonito. Assim como Alexandre, o Grande ou D. Maria, a louca. Clint Eastwood é realeza do cinema! (Ui, dei uma de tiete.)